Quem chega no meu rincão
Fica logo deslumbrado
Pois é com satisfação
Que o gaúcho assanhado
Põe o seu barracão
Seu churrasco e chimarrão
Às ordens do hospedado
Sua casa é hospitaleira
Seu lar é seu coração
De ponche e de boleadeira
Já comandou a nação
É pois com orgulho que eu digo
Sou gaúcho de esporão
Nasci nesta terra de bravos
De guerreiros e de pião
De prenda linda e patrão
De brasileiros criados
No lombo de um alazão
E agora, Patrão Celeste
Elevo a ti minha prece
Guarda bem no teu coração
O meu amado rincão!
*Este poema foi composto por mim em 30/07/1978 no ônibus de excursão para Brasília e Cidades Históricas. Elsa


